Comissão debate operação do ICMBio contra garimpo no Pará
Audiência pública vai discutir confronto ocorrido na Floresta Nacional do Jamanxim, em Novo Progresso
Citação acadêmica
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Audiência pública vai discutir confronto ocorrido na Floresta Nacional do Jamanxim, em Novo Progresso
03/07/2026 - 11:35
Depositphotos Combate a garimpo ilegal no Pará culminou em confronto no fim de junho A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados debate, na terça-feira (7), a operação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) contra o garimpo em Novo Progresso (PA). A audiência pública será realizada às 10 horas, no plenário 14. Veja quem foi convidado A reunião foi proposta pelo deputado Joaquim Passarinho (PL-PA) para ouvir os órgãos fiscalizadores sobre uma ação de combate ao garimpo ilegal na Floresta Nacional do Jamanxim, que culminou em confronto em 29 de junho. O parlamentar quer esclarecer os fatos, apurar responsabilidades e discutir soluções integradas. Segundo Joaquim Passarinho, o episódio gerou instabilidade na região devido à divergência de relatos. Lideranças políticas locais denunciaram abusos e disparos de arma de fogo por parte dos agentes públicos, que teriam atingido civis. Já o ICMBio nega a autoria dos disparos.
A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados debate, na terça-feira (7), a operação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) contra o garimpo em Novo Progresso (PA).
A audiência pública será realizada às 10 horas, no plenário 14.
A reunião foi proposta pelo deputado Joaquim Passarinho (PL-PA) para ouvir os órgãos fiscalizadores sobre uma ação de combate ao garimpo ilegal na Floresta Nacional do Jamanxim, que culminou em confronto em 29 de junho.
O parlamentar quer esclarecer os fatos, apurar responsabilidades e discutir soluções integradas.
Segundo Joaquim Passarinho, o episódio gerou instabilidade na região devido à divergência de relatos. Lideranças políticas locais denunciaram abusos e disparos de arma de fogo por parte dos agentes públicos, que teriam atingido civis. Já o ICMBio nega a autoria dos disparos.
Da Redação - ND
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