Notícias Jurídicas
CNJConselho Nacional de Justiça·

Escuta territorializada aproxima Supremo de povos e comunidades tradicionais no Maranhão

A Ouvidoria dos Povos Indígenas, Quilombolas e Comunidades Tradicionais do Supremo Tribunal Federal (STF) realizou, ao longo desta semana, visitas aos territ…

Copie a referência deste notícia no estilo da sua escolha e cole no seu trabalho. Geramos a citação no padrão exigido pela maioria das revistas jurídicas brasileiras. Ver guia completo.

Ver prévia das três referências
ABNT
BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Escuta territorializada aproxima Supremo de povos e comunidades tradicionais no Maranhão. CNJ Notícias, Brasília, 3 ago. 2026. Disponível em: https://www.cnj.jus.br/escuta-territorializada-aproxima-supremo-de-povos-e-comunidades-tradicionais-no-maranhao/. Acesso em: 4 ago. 2026. Republicado em: JurisTube — Acervo Digital de Direito. Disponível em: https://juristube.com.br/noticias-juridicas/cnj-escuta-territorializada-aproxima-supremo-de-povos-e-comunidades-tradicionais-no.
APA
Conselho Nacional de Justiça. (2026, August 3). Escuta territorializada aproxima Supremo de povos e comunidades tradicionais no Maranhão. *CNJ Notícias*. https://www.cnj.jus.br/escuta-territorializada-aproxima-supremo-de-povos-e-comunidades-tradicionais-no-maranhao/
Chicago
BibTeX
@misc{cnj-escuta-territorializada-aproxima-supremo-2026,
  author = {{Conselho Nacional de Justiça}},
  title = {Escuta territorializada aproxima Supremo de povos e comunidades tradicionais no Maranhão},
  howpublished = {CNJ Notícias},
  year = {2026},
  url = {https://www.cnj.jus.br/escuta-territorializada-aproxima-supremo-de-povos-e-comunidades-tradicionais-no-maranhao/},
  urldate = {2026-08-03},
  note = {Republicado em: JurisTube --- Acervo Digital de Direito. URL: https://juristube.com.br/noticias-juridicas/cnj-escuta-territorializada-aproxima-supremo-de-povos-e-comunidades-tradicionais-no}
}

A Ouvidoria dos Povos Indígenas, Quilombolas e Comunidades Tradicionais do Supremo Tribunal Federal (STF) realizou, ao longo desta semana, visitas aos territórios tradicionais do Maranhão, no âmbito do Programa de Escuta Territorializada. Desenvolvida em parceria com o Tribunal de Justiça Maranhense (TJMA), uma iniciativa que busca aproximar o sistema de Justiça das comunidades, compreender suas realidades e identificar desafios relacionados ao acesso a direitos e serviços judiciais.

O Maranhão foi escolhido para sediar a experiência-piloto devido à sua diversidade sociocultural e às iniciativas já desenvolvidas pelo Judiciário estadual. Os resultados subsidiarão relatórios e propostas para aprimorar as respostas institucionais e ampliar o acesso à Justiça.

A programação começou em São Luís, com visita institucional ao TJMA. A comitiva conheceu iniciativas do Tribunal para ampliar o diálogo com diferentes grupos sociais, como a Ouvidoria Indígena e o Comitê de Diversidade.

Em seguida, representantes do STF e do TJMA foram ao Quilombo Urbano da Liberdade, onde participaram de atividades de escuta com lideranças comunitárias. Moradores compartilharam experiências e demandas e enfatizaram a importância de que as instituições conheçam os territórios a partir da perspectiva de quem vive neles.

A agenda incluiu visitas à Associação dos Remanescentes Quilombolas da Liberdade, ao Terreiro Ilê Ashé Ogum, à Produtora Novo Quilombo e ao Boi da Floresta do Mestre Apolônio, espaços representativos da organização comunitária, da cultura, da religiosidade e da memória local.

A ouvidora-geral do STF, juíza Flávia da Costa Viana, destacou a importância da aproximação entre o Judiciário e os territórios.

“Quando a Justiça vai até os territórios e se dispõe de ouvir diretamente as pessoas, conseguimos compreender melhor as barreiras que ainda existem para o acesso aos direitos. Essa aproximação é fundamental para construirmos respostas que considerem as particularidades de cada comunidade”, afirmou.

No segundo dia, a comitiva esteve em Imperatriz, onde visitou o Acampamento Viva Deus, comunidade vinculada ao Movimento Interessante das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB). O encontro reuniu integrantes do STF e do TJMA e mulheres quebradeiras de coco da região para uma roda de diálogo sobre experiências, expectativas em relação ao sistema de Justiça e desafios da comunidade.

As equipes ouviram reivindicações das moradoras e realizaram um canal de comunicação para o envio de informações, sugestões e reclamações à Ouvidoria.

Além de São Luís e Imperatriz, a programação incluiu visitas à Terra Indígena Araribóia, em Amarante do Maranhão, e à Terra Indígena Krikati, em Montes Altos.

O Programa de Escuta Territorializada integra metodologia desenvolvida pela Ouvidoria dos Povos Indígenas, Quilombolas e Comunidades Tradicionais do STF para aproximar as instituições dos territórios e produzir conhecimento a partir da escuta das próprias comunidades. A iniciativa prevê relatórios sobre acesso à Justiça e participação social, além da formação de ouvidores comunitários para facilitar a comunicação entre os territórios e o sistema de Justiça.

A proposta é transformar a escuta em instrumento permanente de aproximação institucional, contribuindo para a construção de políticas e práticas que considerem as diferentes realidades sociais, culturais e territoriais do país.

As visitas do Programa de Escuta Territorializada no Maranhão foram acompanhadas por profissionais da Assessoria de Comunicação Social do Tribunal de Justiça do estado (TJ-MA).

Leia a matéria completa na fonte oficial: Conselho Nacional de Justiça
Compartilhar

Conteúdo coletado automaticamente do feed oficial e curado por filtros de relevância (decisão, acórdão, súmula, tese fixada etc.). Todos os direitos autorais permanecem com a fonte original; o JurisTube apresenta apenas o sumário e o link para a matéria completa.

Boletim do JurisTube
Blog, vídeos, decisões e normas — direto no seu e-mail

Mandamos para você os posts mais recentes do blog, os novos vídeos do acervo, as principais decisões dos tribunais superiores e as normas novas publicadas no DOU. Curadoria automática, leitura de 5 minutos.

Confirmação por e-mail (double opt-in). Descadastro com 1 clique a qualquer momento. Nenhum dado é compartilhado com terceiros.