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Transparência: ranking parcial de 2026 tem mais órgãos que cumpriram requisitos

Os critérios de transparência aplicados ao Judiciário e monitorados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foram totalmente cumpridos por 20 órgãos.

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ABNT
BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Transparência: ranking parcial de 2026 tem mais órgãos que cumpriram requisitos. CNJ Notícias, Brasília, 26 jun. 2026. Disponível em: https://www.cnj.jus.br/transparencia-ranking-parcial-de-2026-tem-mais-orgaos-que-cumpriram-requisitos/. Acesso em: 28 jun. 2026. Republicado em: JurisTube — Acervo Digital de Direito. Disponível em: https://juristube.com.br/noticias-juridicas/cnj-transparencia-ranking-parcial-de-2026-tem-mais-orgaos-que-cumpriram-requisitos.
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Conselho Nacional de Justiça. (2026, June 26). Transparência: ranking parcial de 2026 tem mais órgãos que cumpriram requisitos. *CNJ Notícias*. https://www.cnj.jus.br/transparencia-ranking-parcial-de-2026-tem-mais-orgaos-que-cumpriram-requisitos/
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Os critérios de transparência aplicados ao Judiciário e monitorados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foram totalmente cumpridos por 20 órgãos. Além disso, outros 83 órgãos alcançaram mais de 90% de cumprimento dos itens avaliados em 2026. Os resultados parciais da 9ª edição do Ranking da Transparência do Poder Judiciário foram publicados nesta quinta-feira (25/6).

A prévia traz números superiores a 2025, quando 19 órgãos da Justiça alcançaram 100% de cumprimento. De acordo com o painel de monitoramento do ranking da transparência , sete tribunais de justiça (TJs); sete tribunais regionais do trabalho (TRTs), três tribunais regionais eleitorais (TREs), o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) e o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) alcançaram o patamar máximo no cumprimento dos índices de transparência.

O Ranking da Transparência tem como finalidade incentivar os órgãos do Judiciário a apresentarem suas informações de maneira mais clara, acessível e padronizada, facilitando o controle social e ampliando a transparência pública. A iniciativa, coordenada pela Comissão Permanente de Eficiência Operacional e Gestão de Pessoas do CNJ, leva em conta as normas sobre o acesso à informação no Poder Judiciário e a aplicação Lei de Acesso à Informação .

Segundo o regulamento do Ranking da Transparência 2026 , os tribunais e conselhos têm prazo de cinco dias para contestar a pontuação recebida.

Critérios de avaliação

Nesta edição do levantamento , todos os órgãos do Judiciário foram avaliados em seis categorias: Justiça Estadual; Justiça Federal; Justiça do Trabalho; Justiça Militar Estadual; Justiça Eleitoral; e Tribunais Superiores e Conselhos.

A avaliação é baseada em 83 questões, distribuídas em 11 temas: Gestão; Audiências e Sessões; Serviços de Informações ao Cidadão (SIC); Ouvidoria; Tecnologia da Informação e Comunicação; Gestão Orçamentária e Financeira; Licitações, Contratos e Instrumentos de Cooperação; Gestão de Pessoas; Auditoria e Prestação de Contas; Sustentabilidade; e Acessibilidade.

Entre as informações a serem disponibilizadas publicamente pelos órgãos estão: os resultados do planejamento estratégico alcançados pelo órgão; o calendário das sessões colegiadas; as respostas às perguntas mais frequentes (FAQ); e se o órgão possui painel visual de informações relacionadas à TIC, que permita ao usuário filtrar, consultar e até extrair dados públicos.

O formulário também verifica se são publicados, na aba “Transparência”, o mapa anual dos precatórios; nomes de vencedores de licitações; e a prestação de contas do ano anterior, entre outros. Ainda são analisadas a acessibilidade dos portais, incluindo o uso de intérprete de Libras e a adequação para pessoas com deficiência.

Veja o resultado preliminar do 9º Ranking da Transparência

Texto: Lenir Camimura Edição: Sarah Barros Revisão: Cauã Samôr Agência CNJ de Notícias

Leia a matéria completa na fonte oficial: Conselho Nacional de Justiça
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