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Tribunal fortalece gestão participativa em planejamento estratégico

A construção do Planejamento Estratégico Institucional (PEI) do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) para o sexênio 2027/2032 chegou à última etapa de parti…

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A construção do Planejamento Estratégico Institucional (PEI) do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) para o sexênio 2027/2032 chegou à última etapa de participação de magistrados(as) e servidores(as) do 1º Grau. O encontro reiniu integrantes da circunscrição da Capital para contribuir com a definição das diretrizes e prioridades que irão orientar a atuação do Judiciário estadual nos próximos seis anos.

Com o tema ‘Construindo juntos o futuro da Justiça’, a iniciativa busca fortalecer a gestão participativa e ampliar a escuta dos integrantes do Tribunal na elaboração do novo ciclo estratégico. As etapas destinadas ao 1º Grau já foram realizadas nas Comarcas de Campina Grande e Patos. No dia 26 de outubro, será realizada a etapa destinada ao 2º Grau e à área administrativa do TJPB.

A programação desta semana contemplou magistrados(as) e servidores(as) de João Pessoa (Sede), Cabedelo, Bayeux, Santa Rita, Mamanguape, Alhandra, Caaporã, Conde, Cruz do Espírito Santo, Gurinhém, Itabaiana, Jacaraú, Lucena, Pedras de Fogo, Pilar, Rio Tinto e Sapé.

O presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, destacou a importância do planejamento estratégico para consolidar uma gestão com bases sólidas e orientar as ações do Tribunal nos próximos seis anos. O desembargador ressaltou, ainda, que a participação de magistrados(as) e servidores(as) do 1º Grau é fundamental para a construção desse planejamento. “Planejar é buscar avançar na gestão, com solidez e uma base firme. E essa base está sendo construída a partir do pensamento de cada servidor, servidora, magistrada e magistrado. Essa participação é de grande importância, porque, com a contribuição de todos que fazem o Judiciário, estamos planejando para avançar cada vez mais nos próximos seis anos. Os futuros gestores terão esse material como base para desenvolver suas ações durante o período em que estiverem à frente da gestão”, afirmou.

O desembargador Francisco Seráphico falou da participação de magistrados(as) e servidores(as) na construção do PEI, especialmente para identificar as necessidades locais e garantir continuidade às ações do Tribunal. “É importante construir o planejamento ouvindo quem conhece a Casa. A partir dessas contribuições, podemos definir as prioridades para os próximos seis anos, considerando tanto as diretrizes do CNJ quanto às necessidades locais. Dessa forma, as próximas gestões terão uma base para dar continuidade ao trabalho e ao cumprimento das metas”.

O diretor do Fórum Cível da Capital, juiz Meales Melo, frisou que o encontro representa uma oportunidade para pensar a Justiça estadual para os próximos seis anos a partir da realidade vivenciada por quem atua diretamente na prestação jurisdicional. “Esse evento é muito importante, porque o Tribunal vai colher todo o sentimento da base, de quem está na ponta, de quem está entregando jurisdição e de quem está em contato com advogados e usuários. Isso é importante para podermos escolher os melhores caminhos para os próximos anos”. Já o chefe da Central de Mandados da Capital, Emmanuel Coriolano, disse que o planejamento representa uma oportunidade para discutir alternativas e aperfeiçoar o cumprimento dos mandados. “Hoje, o volume de mandados aumentou significativamente, principalmente em razão dos casos de violência doméstica e das medidas protetivas. Temos a oportunidade de discutir formas de melhorar esse trabalho”, afirmou.

Futuro

A diretora do Departamento de Gestão Estratégica do CNJ, Fabiana Gomes, ministrou a palestra sobre “O Futuro do Poder Judiciário e a importância do Planejamento Estratégico”. Em seguida, os(as) participantes iniciaram as discussões sobre os macrodesafios definidos pelo Conselho Nacional de Justiça, contribuindo para identificar as principais necessidades e prioridades do Judiciário paraibano.

Foram utilizadas metodologias que estimulam o diálogo, a troca de experiências e a construção coletiva de propostas. A ideia foi identificar pontos fortes, oportunidades de melhoria, ameaças e aspectos que precisam ser enfrentados pelo Tribunal no próximo ciclo estratégico, considerando as diferentes realidades encontradas nas unidades judiciárias.

A construção do PEI segue as diretrizes estabelecidas pelo CNJ, por meio da Resolução nº 692/2026, que dispõe sobre o planejamento estratégico dos órgãos do Poder Judiciário para o período de 2027 a 2032. No TJPB, o processo foi estruturado de forma descentralizada, com a participação de magistrados(as) e servidores(as) de diferentes regiões do Estado.

Também participaram da terceira etapa do PEI os desembargadores Carlos Beltrão, Oswaldo Trigueiro e Aluízio Bezerra, que integrarão as próximas Mesas Diretoras do TJPB, além do presidente da Associação dos Magistrados da Paraíba (AMPB), Gilberto Medeiros, e do diretor de Governança e Gestão Estratégica do TJPB, Bruno Oliveira.

Fonte: TJPB

Leia a matéria completa na fonte oficial: Conselho Nacional de Justiça
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