Hermes Klann critica programa educacional do governo que usa hip-hop
O senador Hermes Klann (PL-SC) criticou, nesta segunda-feira (6), o programa Escola Nacional de Hip-Hop, lançado pelo Ministério da Educação (MEC), que utili…
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BRASIL. Congresso Nacional. Senado Federal. Hermes Klann critica programa educacional do governo que usa hip-hop. Agência Senado, Brasília, 6 jul. 2026. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/07/06/hermes-klann-critica-programa-educacional-do-governo-que-usa-hip-hop. Acesso em: 6 jul. 2026. Republicado em: JurisTube — Acervo Digital de Direito. Disponível em: https://juristube.com.br/noticias-juridicas/senado-hermes-klann-critica-programa-educacional-do-governo-que-usa-hip-hop.
Congresso Nacional. Senado Federal. (2026, July 6). Hermes Klann critica programa educacional do governo que usa hip-hop. *Agência Senado*. https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/07/06/hermes-klann-critica-programa-educacional-do-governo-que-usa-hip-hop
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}O senador Hermes Klann (PL-SC) criticou, nesta segunda-feira (6), o programa Escola Nacional de Hip-Hop, lançado pelo Ministério da Educação (MEC), que utiliza elementos desse movimento cultural como ferramenta didática. O parlamentar informou que apresentou um requerimento de informação ao ministério, pedindo esclarecimentos. Klann ressalvou que não questiona a legitimidade do hip-hop – surgido na periferia de Nova York, nos Estados Unidos, nos anos 1970, e caracterizado pelo gênero musical conhecido como rap – como manifestação cultural, mas sua adoção como política oficial de educação. — O hip-hop na sociedade tem sua história, seus artistas, seus adeptos, seu espaço legítimo na vida cultural do Brasil. Mas uma coisa é a cultura livre, viva e plural; outra, muito diferente, é o Estado brasileiro transformar essa expressão em política oficial de educação. E é exatamente isso que está errado — afirmou em pronunciamento no Plenário. Para o senador, cabe às comunidades escolares definirem seus projetos pedagógicos, enquanto o MEC deve concentrar esforços na melhoria da qualidade do ensino e no enfrentamento das dificuldades de alfabetização e do baixo desempenho dos estudantes em disciplinas básicas. O senador também argumentou que a portaria que institui o programa adota uma concepção pedagógica específica, o que, segundo ele, contraria o princípio constitucional do pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas. Lurya Rocha, sob supervisão de Augustro Castro.
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