Hermes Klann defende negociação em vez de PEC que acaba com escala 6x1
Ao discursar em Plenário nesta segunda-feira (31), o senador Hermes Klann (PL-SC) criticou duas matérias em análise na Casa: a PEC 221/2019, que acaba com a…
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BRASIL. Congresso Nacional. Senado Federal. Hermes Klann defende negociação em vez de PEC que acaba com escala 6x1. Agência Senado, Brasília, 31 ago. 2026. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/08/31/hermes-klann-defende-negociacao-em-vez-de-pec-que-acaba-com-escala-6x1. Acesso em: 31 ago. 2026. Republicado em: JurisTube — Acervo Digital de Direito. Disponível em: https://juristube.com.br/noticias-juridicas/senado-hermes-klann-defende-negociacao-em-vez-de-pec-que-acaba-com-escala-6x1.
Congresso Nacional. Senado Federal. (2026, August 31). Hermes Klann defende negociação em vez de PEC que acaba com escala 6x1. *Agência Senado*. https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/08/31/hermes-klann-defende-negociacao-em-vez-de-pec-que-acaba-com-escala-6x1
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}Ao discursar em Plenário nesta segunda-feira (31), o senador Hermes Klann (PL-SC) criticou duas matérias em análise na Casa: a PEC 221/2019, que acaba com a escala de trabalho conhecida como 6x1, e a MP 1.357/2026, que deu fim à chamada “taxa das blusinhas”. Ao tratar da PEC 221/2019, ele disse ser favorável a mais tempo de descanso para o trabalhador, mas argumentou que mudanças na jornada de trabalho devem ser definidas por meio de negociação entre trabalhadores e empregadores — em vez de serem determinadas por lei. — Sou contra transformar uma discussão legítima em uma solução única. Acredito na liberdade de escolha, no diálogo e na negociação entre as partes. Trabalhadores e empregadores precisam ter voz. Cada setor tem uma realidade, e o que funciona para uma indústria pode não funcionar para um restaurante. Não existe uma jornada igualmente adequada para todas as atividades. Por isso, defendo a negociação coletiva — declarou. O senador também afirmou que a redução da jornada pode aumentar o custo da hora trabalhada e, assim, elevar os custos de produção, levando à redução dos investimentos e ao aumento de preços em alguns setores. Esse cenário, salientou, pode prejudicar o poder de compra dos trabalhadores. Sobre a MP 1.357/2026 (medida provisória que "zerou" o Imposto de Importação para compras de até US$ 50), ele observou que a discussão sobre a matéria deve considerar os efeitos sobre comerciantes, indústrias e empregos no país. — Não quero proteger o empresário brasileiro da concorrência. Quero proteger o empresário brasileiro da concorrência desleal. Não podemos olhar apenas para o preço da blusinha. Precisamos olhar para o emprego que existe atrás da blusinha — destacou. Vitória Clementino, sob supervisão de Dante Accioly
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