TSE cria conselho para acompanhar desinformação e uso de inteligência artificial
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou o Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional nas Eleições 2026, órgão que terá a missão de assessorar a Pr…
Citação acadêmica
Copie a referência deste notícia no estilo da sua escolha e cole no seu trabalho. Geramos a citação no padrão exigido pela maioria das revistas jurídicas brasileiras. Ver guia completo.
Ver prévia das três referências▸
BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. TSE cria conselho para acompanhar desinformação e uso de inteligência artificial. TSE Notícias, Brasília, 7 ago. 2026. Disponível em: https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Agosto/tse-cria-conselho-para-acompanhar-desinformacao-e-uso-de-inteligencia-artificial. Acesso em: 7 ago. 2026. Republicado em: JurisTube — Acervo Digital de Direito. Disponível em: https://juristube.com.br/noticias-juridicas/tse-tse-cria-conselho-para-acompanhar-desinformacao-e-uso-de-inteligencia-artificial.
Tribunal Superior Eleitoral. (2026, August 7). TSE cria conselho para acompanhar desinformação e uso de inteligência artificial. *TSE Notícias*. https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Agosto/tse-cria-conselho-para-acompanhar-desinformacao-e-uso-de-inteligencia-artificial
@misc{tse-tse-cria-conselho-para-acompanhar-desinf-2026,
author = {{Tribunal Superior Eleitoral}},
title = {TSE cria conselho para acompanhar desinformação e uso de inteligência artificial},
howpublished = {TSE Notícias},
year = {2026},
url = {https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Agosto/tse-cria-conselho-para-acompanhar-desinformacao-e-uso-de-inteligencia-artificial},
urldate = {2026-08-07},
note = {Republicado em: JurisTube --- Acervo Digital de Direito. URL: https://juristube.com.br/noticias-juridicas/tse-tse-cria-conselho-para-acompanhar-desinformacao-e-uso-de-inteligencia-artificial}
}O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou o Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional nas Eleições 2026, órgão que terá a missão de assessorar a Presidência da Corte em ações voltadas à proteção da legitimidade e da normalidade do processo eleitoral. A medida foi formalizada pela Portaria TSE nº 495, de 4 de agosto de 2026 , publicada nesta sexta-feira (7), no Diário da Justiça Eletrônico (DJE).
O documento altera a Portaria TSE nº 949/2017 e redefine a estrutura e as atribuições do colegiado. A principal novidade é a inclusão explícita do acompanhamento de riscos associados à inteligência artificial, tema que ganhou centralidade no debate eleitoral mundial diante da disseminação de conteúdos sintéticos, gravações manipuladas e mecanismos automatizados de desinformação.
O conselho terá caráter consultivo e multidisciplinar e reunirá especialistas de áreas consideradas estratégicas para o enfrentamento dos desafios contemporâneos que podem afetar a normalidade das Eleições Gerais de 2026. Entre os perfis previstos, estão profissionais de tecnologia e inteligência artificial; segurança pública e criminalidade organizada; comunicação social, administração pública e orçamento; saúde pública e proteção do eleitor; direito eleitoral e constitucional; relações internacionais, academia, sociedade civil e promoção de direitos fundamentais.
Entre as competências do grupo, estão a realização de estudos sobre integridade informacional, o acompanhamento de fenômenos relacionados à desinformação eleitoral e ao uso indevido de inteligência artificial, além da formulação de recomendações para aprimorar as ações da Justiça Eleitoral.
A nova área de assessoramento da Corte também poderá propor estratégias de cooperação com outros órgãos públicos, empresas privadas, universidades e entidades da sociedade civil. Outra frente prevista é a elaboração de iniciativas educativas voltadas à cidadania digital e à conscientização dos eleitores sobre a circulação de informações falsas ou manipuladas.
Monitorar fenômenos relacionados à desinformação eleitoral;
Acompanhar o uso indevido de inteligência artificial nas campanhas e no ambiente digital;
Propor medidas para fortalecer a integridade informacional do processo eleitoral;
Sugerir parcerias entre Justiça Eleitoral, universidades, empresas e sociedade civil;
Elaborar pareceres e recomendações para a Presidência do TSE;
Incentivar ações de educação digital e combate à desinformação.
Os integrantes serão definidos posteriormente por ato da Presidência do Tribunal. A participação não será remunerada e será considerada prestação de serviço público relevante. O grupo deverá se reunir ordinariamente uma vez por mês, a partir de agosto, com possibilidade de convocações extraordinárias. Segundo a portaria, o funcionamento do Conselho está previsto até 31 de dezembro de 2026, podendo ser prorrogado.
AN/GO/MM
Conteúdo coletado automaticamente do feed oficial e curado por filtros de relevância (decisão, acórdão, súmula, tese fixada etc.). Todos os direitos autorais permanecem com a fonte original; o JurisTube apresenta apenas o sumário e o link para a matéria completa.
Translate