Comissão aprova projeto que cria diretrizes nacionais para as Rondas Maria da Penha
O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados
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BRASIL. Congresso Nacional. Câmara dos Deputados. Comissão aprova projeto que cria diretrizes nacionais para as Rondas Maria da Penha. Agência Câmara, Brasília, 17 jun. 2026. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/1283003-comissao-aprova-projeto-que-cria-diretrizes-nacionais-para-as-rondas-maria-da-penha/. Acesso em: 12 jul. 2026. Republicado em: JurisTube — Acervo Digital de Direito. Disponível em: https://juristube.com.br/noticias-juridicas/camara-comissao-aprova-projeto-que-cria-diretrizes-nacionais-para-as-rondas-maria-da-pe.
Congresso Nacional. Câmara dos Deputados. (2026, June 17). Comissão aprova projeto que cria diretrizes nacionais para as Rondas Maria da Penha. *Agência Câmara*. https://www.camara.leg.br/noticias/1283003-comissao-aprova-projeto-que-cria-diretrizes-nacionais-para-as-rondas-maria-da-penha/
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17/06/2026 - 15:04
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados Adriana Accorsi: medida fortalece enfrentamento à violência A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que estabelece diretrizes gerais para a criação e o funcionamento das Rondas Maria da Penha no âmbito das Polícias Militares. O objetivo é padronizar esse policiamento especializado em todo o país. Por recomendação da relatora, deputada Delegada Adriana Accorsi (PT-GO), foi aprovada a versão da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher para o Projeto de Lei 3893/24, da deputada Renata Abreu (Pode-SP). “A presença contínua das forças de segurança é fundamental para resguardar a integridade física e psicológica das mulheres, inibindo a reincidência dos agressores e fortalecendo a rede de enfrentamento à violência doméstica e familiar no país”, afirmou Adriana Accorsi no parecer aprovado. Atendimento especializado Conforme o substitutivo , as rondas terão como foco a fiscalização do cumprimento de medidas protetivas de urgência, o policiamento ostensivo preventivo e o atendimento qualificado às mulheres vítimas de violência. Para a implementação do policiamento especializado, o texto prevê a realização de estudos sobre a situação local e a capacitação específica da tropa. Além disso, exige a presença de, pelo menos, uma policial feminina no efetivo de serviço. O substitutivo aprovado também incluiu a previsão de avaliação constante dos resultados obtidos pelas rondas e assegura o encaminhamento das vítimas aos serviços de assistência social, psicológica e jurídica. Próximos passos O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo , pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que estabelece diretrizes gerais para a criação e o funcionamento das Rondas Maria da Penha no âmbito das Polícias Militares. O objetivo é padronizar esse policiamento especializado em todo o país.
Por recomendação da relatora, deputada Delegada Adriana Accorsi (PT-GO), foi aprovada a versão da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher para o Projeto de Lei 3893/24, da deputada Renata Abreu (Pode-SP).
“A presença contínua das forças de segurança é fundamental para resguardar a integridade física e psicológica das mulheres, inibindo a reincidência dos agressores e fortalecendo a rede de enfrentamento à violência doméstica e familiar no país”, afirmou Adriana Accorsi no parecer aprovado.
Atendimento especializado Conforme o substitutivo , as rondas terão como foco a fiscalização do cumprimento de medidas protetivas de urgência, o policiamento ostensivo preventivo e o atendimento qualificado às mulheres vítimas de violência.
Para a implementação do policiamento especializado, o texto prevê a realização de estudos sobre a situação local e a capacitação específica da tropa. Além disso, exige a presença de, pelo menos, uma policial feminina no efetivo de serviço.
O substitutivo aprovado também incluiu a previsão de avaliação constante dos resultados obtidos pelas rondas e assegura o encaminhamento das vítimas aos serviços de assistência social, psicológica e jurídica.
Próximos passos O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo , pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Da Reportagem/RM Edição – Marcia Becker
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